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Comandante do Teatro de Operações conclui verificação do exercício contra forças irregulares realizado pela 16ª Brigada de Infantaria de Selva

Coari (AM) - Nesta semana, a 16ª Brigada de Infantaria de Selva (16ª Bda Inf Sl) empregou cerca de 600 militares em ações no município de Coari/AM, envolvendo operações contra forças irregulares no contexto da Operação Amazônia - maior exercício de defesa da Pátria já realizado pelo Comando Militar da Amazônia (CMA), desenvolvida no contexto de amplo espectro dos conflitos armados.

O Comandante do Teatro de Operações - General de Exército Theophilo e o Comandante da Força Terrestre Componente - General de Divisão Omar fizeram a verificação das ações da Plataforma de Observação e Tiro; de Artilharia de Campanha e de Artilharia Antiaérea com a Posição de Bateria de Obuses e de Tiro, utilizadas com objetivo de demonstração de força.

De acordo com o Comandante do Teatro de Operações, o adestramento mostrou-se completo: “Esse exercício adestra em todos os tipos de Operações, todas as técnicas, táticas e procedimentos empregados em situação de guerra. Realizamos operações de resistência, contra forças irregulares e operações defensivas; e partiremos para as operações ofensivas. Com esse tipo de prática e adestramento, o militar fica apto a combater em qualquer lugar.  Logicamente, damos ênfase especial ao ambiente de selva, que exige procedimentos peculiares, mas a tática geral das manobras realizadas e planejadas pode ser empregada em qualquer parte do Brasil”, conclui.

A Operação Amazônia simula uma situação de guerra convencional entre dois países fronteiriços com a mesma capacidade militar, representados pela Força Azul e a Força Vermelha. A Operação iniciou-se em abril do corrente ano. Sua primeira fase foi desenvolvida com a guerra de resistência - simulando a invasão do país por uma coligação de potências com capacidade militar superior. Essa primeira fase foi realizada pelas quatro Brigadas de Infantaria de Selva integrantes do CMA, abrangendo os estados do Acre, Amazonas, Rondônia e Roraima.

Nesta segunda fase, a situação evolui para uma guerra de caráter convencional,  de amplo espectro, com combate convencional travado por países de igual capacidade bélica. No exercício simulado, o país inimigo lança elementos especializados dentro do território brasileiro, que são as operações contra forças irregulares, movimentos que estão sendo debelados pelo país Azul.

O Comandante do Teatro de Operações destaca que “A missão primordial é a defesa da Pátria, e quando estamos em tempos de paz, é necessário preparar-se para a defesa da Pátria, por mais que estejamos assoberbados com uma série de atribuições, de missões ao mesmo tempo, nós não podemos perder de vista a nossa finalidade, a despeito de que as atribuições subsidiárias são também importantíssimas, o apoio ao desenvolvimento nacional, a defesa civil, a população e as ações cívico-sociais. Estamos apoiando no combate à COVID-19, que iniciou desde março do ano passado,  trabalhamos na Verde Brasil I e II, estamos com a Operação Samaúma, mas nada disso pode impedir ou ser mais importante do que se preparar para a defesa da Pátria”.

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